Feliz aniversário tia Sirlei!
Tudo de bom, e muitos anos de alegrias...
:)
domingo, 28 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Os povoados
Ontem e hoje fizemos as primeiras atividades nos arredores de Kompong Chan (KC). As atividades da Caritas são centradas em 55 povoados nessa província, e eles trabalham apenas nas zonas rurais, não na cidade.
Um povoado geralmente não passa de uma dezena de casas, agrupadas no centro de uma pequena porção de terra onde eles cultivam. Olhando parece que cada povoado possui uns 50 hectares no total. As famílias diferem um pouco entre elas em termos de riqueza, pois algumas tem mais terras que outras, mas mesmo os mais ricos são extremamente pobres para nós. Quase todas as casas são construídas segundo as técnicas tradicionais e não passam de cabanas de folha de palmeira.
São raros os povoados que contam com luz elétrica, e nenhum possui água tratada. Médico não hesiste para eles. Algumas obras da Caritas sào simples poços para que as famílias mais pobres possam ter acesso à água durante todo o ano, mesmo nas épocas secas. Eu fiquei chocado ao ver algumas pessoas fisicamente muito fracas, por doença ou falta de comida.
A agricultura é fortemente baseada no arroz, que é o único feculante na dieta local. Mas também eu vi alguns legumes, frutas perto das casas, vacas (bem magras), porcos e pequenas açudes para peixe. Tudo é cultivado manualmente, de uma forma provavelmente muito ineficaz, e há tanta gente no campo que não deve sobrar muita comida para vender.
Há muitas crianças trabalhando, e isso não causa muito expanto. O Cambodja sofreu duas guerras e uma ditadura genocida entre os anos 60 e 80. Assim, pouca gente sobreviveu e hoje metade da população tem menos de 16 anos.
Um povoado geralmente não passa de uma dezena de casas, agrupadas no centro de uma pequena porção de terra onde eles cultivam. Olhando parece que cada povoado possui uns 50 hectares no total. As famílias diferem um pouco entre elas em termos de riqueza, pois algumas tem mais terras que outras, mas mesmo os mais ricos são extremamente pobres para nós. Quase todas as casas são construídas segundo as técnicas tradicionais e não passam de cabanas de folha de palmeira.
São raros os povoados que contam com luz elétrica, e nenhum possui água tratada. Médico não hesiste para eles. Algumas obras da Caritas sào simples poços para que as famílias mais pobres possam ter acesso à água durante todo o ano, mesmo nas épocas secas. Eu fiquei chocado ao ver algumas pessoas fisicamente muito fracas, por doença ou falta de comida.
A agricultura é fortemente baseada no arroz, que é o único feculante na dieta local. Mas também eu vi alguns legumes, frutas perto das casas, vacas (bem magras), porcos e pequenas açudes para peixe. Tudo é cultivado manualmente, de uma forma provavelmente muito ineficaz, e há tanta gente no campo que não deve sobrar muita comida para vender.
Há muitas crianças trabalhando, e isso não causa muito expanto. O Cambodja sofreu duas guerras e uma ditadura genocida entre os anos 60 e 80. Assim, pouca gente sobreviveu e hoje metade da população tem menos de 16 anos.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Kampong Chang
Esse é o nome da cidade onde eu vou fazer meus trabalhos durante as próximas cinco semanas. Cheguei ontem por aqui. Ela fica a apenas 60 quilometro da capital, mas demoramos mais de três horas para chegar, tamanho o caos da estrada.
É um cidade na beira do Mekong, o maior rio da Ásia do sudeste, nessa altura ele é como o rio Uruguai em termos de tamanho e cor. Apesar de ser a capital regional, essa cidade é minúscula e não tem quase nada, porque essa é uma região extremamente pobre e agrícola. Por isso que estqmos aqui, para trabalhar no interior, com as pessoas que não tem nada, nem o mínimo.
Aqui faz muito calor, nos dois dias fez uns 35, e extremamente húmido. Estamos hospedados num casarão de três andares, que no térreo funciona a cede local da Caritas, a ONG para a qual estaremos trabalhando.
Hoje fomos ver uns povoados, são extremaente pobres, sem água nem luz. E cultivam quase só arroz, de uma forma completamente ancestral, sem nenum instrumento ou máquina.
Estou bem alojado. Temos um computador com internet e uma cozinheira fantástica.
Tenho que passar meu turno do computador. Até!
É um cidade na beira do Mekong, o maior rio da Ásia do sudeste, nessa altura ele é como o rio Uruguai em termos de tamanho e cor. Apesar de ser a capital regional, essa cidade é minúscula e não tem quase nada, porque essa é uma região extremamente pobre e agrícola. Por isso que estqmos aqui, para trabalhar no interior, com as pessoas que não tem nada, nem o mínimo.
Aqui faz muito calor, nos dois dias fez uns 35, e extremamente húmido. Estamos hospedados num casarão de três andares, que no térreo funciona a cede local da Caritas, a ONG para a qual estaremos trabalhando.
Hoje fomos ver uns povoados, são extremaente pobres, sem água nem luz. E cultivam quase só arroz, de uma forma completamente ancestral, sem nenum instrumento ou máquina.
Estou bem alojado. Temos um computador com internet e uma cozinheira fantástica.
Tenho que passar meu turno do computador. Até!
domingo, 21 de junho de 2009
Comida
O pai me pediu pra explicar um pouco sobre a comida por aqui. Na verdade ela é potencialmente deliciosa, mas depende muito do lugar onde vamos. A dieta do povo é muito fraca, porque eles são muito pobres. Se come arroz com uns pequenos pratos de carne, que são sempre frituras. Nos lugares mais simples a carne não leva nenhum tempero, o que a deixa meio intragável, pricipalmente porque os cortes nao são nada nobres. Cheguei a provar um peixe do tamanho de uma anchova que foi frito sem nem antes tirarem as tripas.
Por outro lado fomos num restaurante muito bom, mas que custava uns 6 dólares por pessoa. Era um restaurante natural, que só recebe praticamente o pessoal das ONGs. O melhor prato era um frango com um molho picante e delicioso, servido dentro de um côco verde, como o nosso camarão na moranga.
O grande problema aqui é que temos que tomar muito cuidado com a comina para evitar dores de barriga muito fortes. A noção de higiene na ásia é muito diferente da nossa, ainda mais num país pobre como este. Por exemplo, na beira da estrada é comum encontrar gente vendendo carne fresca, pendurada na frente da tentinha, mesmo sem nenhuma refrigeração e numa temperatura de 35 graus. Ontem três pessoas ficaram mal, e provavelmente por causa da comida. Todo mundo diz que é mais do que normal ficar mal num certo limite, porque temos que nos acostumar com os micróbios novos.
Enfim, o melhor de tudo são as frutas, tem muitos tipos inéditos para mim. Tem até uma flor comestível.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Cheguei
Vou retomar o blog para que eu possa escrever noticias ao mesmo tempo para todo mundo.
Eu cheguei ontem em phnom penh, foi tudo bem com o voo. Vin do vietna un aviao bimotor, a helice.
Vou ficar aqui por uma semana antes de ir pro interior, temos um planning bem definido e nao sobra tanto tempo pra escrever, mas eu devo dar um jeito.
A cidade nao e tao terrivel, eh so um pouco pior que a bolivia, mas o pessoal eh extremamente simpatico e acolhedor, talvez mais que na america do sul.
So estou um pouco triste que o trabalho vai ser soh umas tres semanas, ja que teremos muitas atividades suplementares....
Agora por exemplo estao me esperando para ir no museu nacional. e eu esto atrasado.
Eu cheguei ontem em phnom penh, foi tudo bem com o voo. Vin do vietna un aviao bimotor, a helice.
Vou ficar aqui por uma semana antes de ir pro interior, temos um planning bem definido e nao sobra tanto tempo pra escrever, mas eu devo dar um jeito.
A cidade nao e tao terrivel, eh so um pouco pior que a bolivia, mas o pessoal eh extremamente simpatico e acolhedor, talvez mais que na america do sul.
So estou um pouco triste que o trabalho vai ser soh umas tres semanas, ja que teremos muitas atividades suplementares....
Agora por exemplo estao me esperando para ir no museu nacional. e eu esto atrasado.
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